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9 set
“Investir em conhecimento pode nos tornar sábios. Mas, Fé e Amor nos tornam humanos.” AD
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A Parábola da Irmã Bócio

26 abr

*em edição excelentíssima esse autor no meu blog

Deus não quer que você seja pobre e Deus não quer que você fique doente. Aliás, nenhuma sentença de condenação de qualquer coisa amaldiçoada, da qual Jesus já libertou você, pode ser carregada em sua vida se você anda no Espírito.
Por quê? Porque o Espírito Santo mora em seu inte­rior para ajudar você a mortificar os feitos da carne, aliás, Ele ajudará você a mortificar tudo aquilo de que Jesus já o libertou.
O Espírito Santo foi enviado para lhe ajudar em suas fraquezas, então, Ele entra com uma linguagem sobrenatural para orar por você. A medida que você aprende como passar por cada impasse e permanece em oração, Ele o ajuda a se livrar da pobreza, das doenças e de cada cadeia carnal.
Deixe-me contar uma parábola que eu inventei para ajudar as pessoas a ver como o Espírito Santo pode lhes ajudar a conquistar a vitória através da oração em línguas. Esta parábola representa todos os que tentaram receber sua cura (ou qualquer outro milagre prometido na Palavra de Deus), mas, não conseguiram. Eu uni diferentes tipos de falhas de pessoas e as inclui todas em uma mulher chamada irmã Bócio. Se a irmã Bócio pode ser curada, você certamente pode ser curado também!
Estou sentado em meu escritório e recebo uma ligação.
“Alô, irmão Roberson?”, uma mulher pergunta.
Eu respondo, “Sim, é ele”.
“Fiquei sabendo que Deus lhe usa em curas”.
“Sim, senhora”.
“Posso ir até aí para receber uma oração?”, ela pergunta.
Eu respondo, “Claro, pode vir”.
Logo, alguém bate na porta. “Pode entrar!”, eu digo. A porta abre e eu vejo uma mulher. Oh, não! Ela tem um bócio, ou papo, de dois quilos embaixo de seu queixo. Dois quilos! Até parece que ela tem duas cabeças.
A mulher entra na sala. “Irmão Roberson”, ela diz, “Meu nome é irmã Bócio. Antes que você ore por mim, quero que saiba que os melhores ministros já oraram por mim. Só vim até aqui para ver o que você pode fazer por mim”.
Eu respondo, “Irmã Bócio, sente-se. Posso lhe ensinar um pouquinho?”. Ela concorda com a cabeça. Então, eu abro a Bíblia em Marcos 11:24 e digo, “Agora, olhe aqui, irmã Bócio. Este versículo diz, ‘Tudo o que você desejar em oração, creia que você já recebeu e então você obterá!’ Você entende o que isto diz?”.
“Sim, eu entendo”.
Eu pergunto, “Irmã Bócio, por que você veio aqui? Este versículo diz, ‘Tudo o que você deseja.’ Então, qual é o seu desejo?”.
“Bem, meu desejo é ser curada deste bócio”.
“Tudo bem”, eu digo, “Então, olhe o que este outro versículo diz: No momento em que orarmos, você precisa crer que está curada e então você será curada — seja agora, na semana que vem ou no ano que vem. Mas, você precisa crer no momento em que orarmos que você está curada — e você será curada!
“Então, irmã Bócio, quando você irá crer que já está curada?”.
Ela responde, “Quando o bócio sumir, seu tolo”.
“Mas, irmã Bócio, aqui está escrito que você precisa crer que o bócio sumiu quando você orar e então, terá isso. Você pode não ver sua resposta manifesta até o mês que vem ou o ano que vem, mas você precisa crer que recebeu a cura quando orarmos. Agora, irmã Bócio, quando você irá crer que o bócio sumiu?”.
“Você quer que eu minta e diga que ele sumiu mesmo estando aqui?”, ela pergunta.
“Não irmã Bócio! Veja este versículo de novo: ‘Tudo o que você desejar.’ Qual é o seu desejo?”.
“Ser curada do meu bócio, pastor”, ela responde.
“Bem, então, a Bíblia diz que você precisa crer no momento em que você ora. Comece a agradecer a Deus porque você foi curada há dois mil anos, através da morte e ressurreição de Jesus. Comece a agradecer a Deus porque Ele a ouviu e você será curada”.
Ela pergunta, “Você quer dizer que eu preciso crer antes de ver a minha cura?”.
“Sim, irmã Bócio. A fé é a substâncias das coisas esperadas e a evidência que você precisa para aquilo que você não vê [Hb. 11:1]. Irmã Bócio, você não está mentindo quando diz que está curada. Você está confessando o que a Palavra de Deus diz sobre o seu problema. Então, você entende?”.
Ela responde com cuidado, “Eu acho que sim”.
“Que bom, então você está pronta para a oração. Bócio morra desde a raiz em Nome de Jesus! Agora!”.
O poder de Deus toca a irmã Bócio e ela cai no poder do Espírito Santo. Depois de meia hora, ela levanta do chão. Pergunto se ela crê que está curada. Ela responde com um simples “sim”.
Eu digo, “Mas o bócio ainda está em seu pescoço”.
“Não me importo, eu concordo com que a Palavra diz. Portanto, creio que estou curada e que tenho o que digo”.
“Irmã Bócio”, eu pergunto, “E, se alguém disser, ‘Olha! O bócio ainda está aí!’ O que você dirá?”.
“Direi que eu não estou negando o fato de que o bócio ainda está em meu corpo. Mas, de acordo com a Palavra de Deus, estou negando o direito de ele ficar lá. Portanto, estou curada porque acredito na oração que fizemos e recebo a minha cura. Estou curada em Nome de Jesus e louvo a Deus por isso!”.
Eu digo, “Vá para casa, mulher, você está curada”.
Três meses depois, vejo a irmã Bócio em minha igreja, de pé na fileira de trás. Noto que seu bócio não pesa mais dois quilos — pesa três! Lembro-me das palavras de Jesus em Marcos 4:15 quando Ele diz que Satanás vem imediatamente para roubar a Palavra.
Então vou até ela e digo, “Como vai, irmã Bócio?”.
“Estou completa Nele”, ela diz amargamente. A dúvida no tom de sua voz me diz que ela ainda está olhando para as circunstâncias ao invés de olhar para a Palavra.
“Glória a Deus!”, eu digo, procurando um jeito de sair dali. “Com licença, preciso ir pregar”.
Mais três meses se passam e eu recebo uma ligação da irmã Bócio. Ela pede para vir falar comigo.
“Posso lhe fazer uma pergunta, irmão Roberson?”, ela diz ao sentar em frente de minha mesa. “Esta coisa realmente funciona para você?”.
“Oh, sim!”, eu respondo.
“Então, porque não funciona para mim? Eu fiz tudo o que você me disse para fazer”.
“Irmã Bócio, você tem confessado a Palavra?”.
“Sim, eu tenho”.
“Você tem agradecido a Deus por já ter sido curada?”.
“Sim, e o bócio ficou maior”.
“Bem, irmã Bócio, aprendi algo mais sobre a Palavra. Você faria outra coisa se eu lhe dissesse para fazer?”.
“Bem, é melhor que eu faça. O que você já disse para eu fazer não está funcionando”.
“Irmã Bócio, você acordaria uma hora mais cedo, pela manhã, para orar no Espírito Santo, antes de ir trabalhar?”.
Veja, no interior da irmã Bócio está o Espírito Santo. Ele sabe exatamente porque ela não está sendo curada e Ele quer muito orar por ela. Eu não sei qual é o problema dela, mas o Espírito Santo sabe. Ele foi enviado para ajudá-la em suas fraquezas.
Ela pergunta, “Você quer dizer que eu posso orar no Espírito Santo quando eu quiser? Minha denominação me ensinou que não posso fazer isto”.
“Irmã Bócio, isto é uma mentira. Você realmente pode”.
“O único momento que oro no Espírito Santo é quando estou em um culto e o poder de Deus se move muito fortemente. Eu choro um pouquinho e logo as línguas vêm”.
Eu pergunto, “O único momento em que você ora em línguas é quando você está chorando e tocada em suas emoções?”.
“Sim, é sim”.
“Bem, espere aqui, irmã Bócio, vou pegar um taco de baseball e bater em você, assim, você irá chorar e poderá orar no Espírito Santo!”.
“Você entendeu o que eu quis dizer”, ela diz.
“Irmã Bócio” eu explico, “Você pode orar em línguas para sua edificação pessoal a qualquer momento que queira. Deus lhe deu este dom para lhe ajudar em suas fraquezas. Então, amanhã, pela manhã, levante-se e ore desta maneira: ‘Pai, eu sei que Você não quer que este bócio fique em mim, mas, isto tem me causado problemas. Não sei como pará-lo. Preciso da ajuda do Espírito Santo!’. Então, você começa a orar em línguas — só porque você quer!”.
“Bem, acho que vou tentar”, ela diz hesitante.
Três meses se passam. Um dia vejo-a no fundo da igreja. “Irmã Bócio”, eu pergunto, “você pode notar alguma diferença em sua condição por orar em línguas?”.
“Para falar a verdade, posso”.
“O que você sente?”.
“Bem, sinto que tenho um queixo cansado, uma garganta seca e uma língua cansada!”.
“Com licença, irmã Bócio, tenho que ir pregar”.
Cinco meses se passam. Eu vou até ao fundo de minha igreja e vejo a irmã Bócio.
“Irmão Roberson, venha até aqui!”, ela diz. “Existe algo sobre orar no Espírito Santo que cause paz e descanso?”.
“Oh, sim, irmã Bócio”, eu respondo, “em Isaías 28:11 e 12 está escrito através do Profeta Isaías, ‘Este é o descanso; este é o refrigério, pois com lábios gaguejantes e com outra língua falarei a este povo”‘.
“Espere um pouco. Você quer dizer que orar em línguas faz com que o cansado descanse?”.
“Oh, sim. Quando os cuidados desta vida lhe desgastam, este é o descanso e o refrigério, pois com lábios gaguej antes e com outra língua Ele fará com que o cansado descanse enquanto você constrói uma superestrutura de Deus com a sua santíssima fé, orando no Espírito Santo”.
“Irmão Roberson, preciso confessar uma coisa”.
“Por favor, confesse, irmã Bócio”.
“Eu costumava ser cheia de medo. Meu medo era que um dia meu marido levantaria as cobertas e ao invés de me ver com um bócio de três quilos em baixo do meu queixo, ele veria apenas um bócio gigante que teria me envolvido completamente; eu apenas teria bracinhos e perninhas saindo dele. Então, ele colocaria as cobertas em cima de mim com nojo.
“Eu vivia neste medo — mas agora não temo mais! E, irmão Roberson?”.
“Sim, irmã Bócio?”.
“Estou começando a crer que estou curada. Oh, e, irmão Roberson?”.
Sim?”.
“Orar em línguas é viciante?”.
“Por que você está perguntado?”, eu indaguei.
“Porque agora também estou orando uma hora à noite”.
“Continue assim, irmã Bócio. Preciso ir agora”.
Outro mês se passou. Já havia passado mais de um ano desde que conheci a irmã Bócio. Outro dia, eu estava andando no fundo da minha igreja e novamente ela me chamou.
“Irmão Roberson, você já viu o que está escrito em Marcos 11: 23 e 24?”.
“Irmã Bócio”, eu digo, “há um ano atrás eu lhe ensinei em detalhes o que estes versículos dizem!”.
“Eu lembro que você os leu para mim, irmão Roberson, mas, por que você não me disse o que eles significavam?”.
“Mas eu disse, irmã Bócio!”.
“Não, acho que você não me disse”.
“Disse sim!”.
“Deixe-me lhe dizer uma coisa, irmão Roberson. Estou curada! Você quer saber por que estou curada? Porque eu creio que estou curada. O Espírito Santo me mostrou que estou curada! Você crê que estou curada?”.
“Sim, irmã Bócio! Sim!”.

O que aconteceu com a irmã Bócio? Seu bócio desapareceu em uma semana. Ela aprendeu por experiência os benefícios de se edificar através da oração em línguas! Ao perseverar em oração, mesmo com “o queixo cansado, a garganta seca e a língua cansada”, o Espírito Santo a ajudou em sua fraqueza para que ela superasse a doença e se edificasse em sua santíssima fé, orando no Espírito Santo!

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O lugar de Deus na saúde e na doença

11 abr

– Todos perdem quando a religiosidade dos pacientes é ignorada –

Apenas 1% dos brasileiros não acredita em Deus. Foi o que revelou o Datafolha em 2007, numa ampla pesquisa usada até hoje como indicador da fé, uma das características mais marcantes da nossa população. O que acontece com a religiosidade dos outros 99% quando precisam de um hospital? É ignorada placidamente.

Com raríssimas exceções, os profissionais de saúde não levam em consideração o papel das crenças na vida dos pacientes. Deveriam. É no hospital, mais que em qualquer outro lugar, que o doente entra em contato com sua fragilidade e busca apoio na fé. A religiosidade e a espiritualidade não são dados irrelevantes para a recuperação e para o bem-estar do paciente – mesmo quando a recuperação não é possível.

Tão importante quanto saber se o sujeito tem diabetes, hipertensão ou o vírus HIV é reservar um momento para levantar informações sobre sua espiritualidade. Com o objetivo de entender a participação dessas crenças na saúde e na doença. Sem julgar ou tentar modificar a existência ou a falta delas.

Isso raramente é feito no Brasil, mas há um movimento entre os profissionais de saúde (crescente, mas ainda pouco conhecido) que defende a inclusão no prontuário médico da história espiritual do paciente. Dessa forma, ela seria levada a sério e ficaria documentada – de uma forma acessível a qualquer profissional do hospital que tivesse contato com o doente.

A maioria dos pacientes deseja receber mais apoio espiritual durante o tratamento. É o que alguns estudos começam a demonstrar. Durante seu mestrado, a enfermeira oncológica Carolina da Cunha Fernandes decidiu investigar a visão dos pacientes do Hospital A. C. Camargo, em São Paulo.

Foram entrevistados 75 homens entre 48 e 79 anos com diagnóstico de câncer de próstata. E 75 mulheres entre 31 e 83 anos em tratamento de câncer de mama. Outras 150 pessoas compuseram o grupo controle. Eram cidadãos que participavam de atividades do hospital mas não tinham a doença.

Os resultados dão a dimensão do problema. A maioria (97% dos homens e 86% das mulheres) não haviam conversado sobre suas crenças religiosas ou espirituais com algum profissional da saúde. A maioria gostaria que esse momento tivesse existido (57% dos homens e 53% das mulheres).

Ainda mais interessante: 61% das mulheres e 60% dos homens afirmaram que poderiam ter se sentido melhor ou mais dispostos para o tratamento se tivessem recebido cuidado religioso ou espiritual dos profissionais de saúde.

Esses dados despertam várias reflexões: médicos, enfermeiros e demais trabalhadores dos hospitais deveriam assumir mais essa responsabilidade? Eles vivem assoberbados. São muitos os pacientes a atender, muitos os protocolos e os processos a cumprir, muita papelada a preencher, quase nenhum tempo para olhar nos olhos e conversar.

Outra questão é saber de que forma os médicos poderiam dar conta dessa demanda por cuidado religioso. Médico é médico. Não é líder religioso. A solução parece estar no bom senso. Em primeiro lugar é preciso diferenciar religiosidade e espiritualidade. A religiosidade tem relação com um conjunto de crenças bem estabelecidas e compartilhada com um grupo. A espiritualidade é particular e subjetiva. É, por exemplo, a busca por um sentido na vida.

A espiritualidade vai além da religião. No fim da vida, um ateu também tem suas necessidades espirituais. Pode questionar suas ações, seu legado para a humanidade, seu papel nesse mundo. O médico que é capaz de percebê-las e respeitá-las é mais que um profissional. É gente de primeira grandeza.

Neste aspecto da vida, os profissionais da saúde podem fazer muito pelo paciente. Podem, por exemplo, liberar a entrada de um grupo de orações ou avisar um líder religioso que o paciente gostaria de vê-lo. “É preciso agir com flexibilidade”, diz Carolina.

Há ações muito singelas, mas nem por isso menos importantes. “Certa vez uma paciente perguntou se podia colocar água benta nas mãos da enfermeira que ia instalar a bolsa da quimioterapia”, diz Carolina. Outra paciente faz questão de colar um santinho na bolsa de quimioterapia antes da infusão. “Respeitar as crenças e os hábitos pode fazer uma diferença muito grande. Não temos o direito de tirar a esperança de ninguém.”

As razões humanitárias já seriam suficientes para justificar a adoção de ações simples como essas. Mas há outras, de ordem fisiológica. Vários estudos tem demonstrado como algumas práticas religiosas atuam no cérebro e repercutem sobre os hormônios, sobre o sistema cardiovascular e sobre o sistema imune (o que é extremamente importante para quem enfrenta um câncer).

Pessoas que oram ou praticam meditação parecem lidar melhor com o stress. Os níveis de cortisol (o hormônio do stress) diminuem. Assim como a pressão arterial e a frequência cardíaca.

Outras pesquisas demonstram que participar de um grupo religioso – seja ele católico, budista, judeu, evangélico, umbandista ou qualquer outro – traz benefícios por aumentar o suporte social ao indivíduo. O apoio social é extremamente valioso não apenas para os doentes. É um ingrediente fundamental para a sobrevivência e a longevidade.

Com pequenos gestos, médicos, enfermeiros e toda a constelação de profissionais que fazem um hospital funcionar podem garantir dias melhores aos doentes que têm necessidades religiosas. Devem trabalhar para isso, de coração aberto, mas sem desprezar ou incomodar os que não têm fé.

Eles são apenas 1%, mas existem. Merecem tanto respeito quanto os que creem.

CRISTIANE SEGATTO

Parem a cronologia que eu quero descer!

9 dez

“Vê se cresce!!!”

Quem diz essa frase geralmente não pensa ou não sabe do que está falando.

É muito bom que o crescimento e o desenvolvimento fisiológico siga seu curso natural, afinal, ninguém quer um “nanismo” ou que seus orgãos internos se desenvolvam menores que o normal e deprimam seu sistema.  Mas e as outras formas de crescer que nada tem a ver com problemas hormonais, má formação ou alimentação? E o  crescer cronológico?  Not so good hãn??

Só quem é extremamente questionável e  tem sérios problemas pode em sã consciência afirmar que crescer é uma aventura divertida e despreocupada.

Crescer é ser mais consciente, mais racional, mais assertivo e experiente.  Mas também é ser mais calejado, é ver tudo e não poder fazer nada, é se relacionar sem poder ter preferências, é sentir um tanto de coisa e jamais se manifestar com relação a elas, caso contrário, será taxado como um adulto surtado!! Então acaba que crescer é : morrer um pouquinho!

A  gente engole, releva, sorri amarelo, resolve, conversa, abre mão, dá um jeito, corre atrás , coloca na balança, sacode a poeira , perdoa , se rola ladeira abaixo …. e sempre tem que lidar muito bem com tudo isso.

Ah…..crescer….. ter 18 anos, tomar suas próprias decisões, se ferrar por elas, ser julgado, massacrado, mal interpretado, ter poupança, cartão, ser clonado , lutar com o telemarketing, lutar com os sistemas, adquirir bens, ser roubado, tirar carteira, parcelar um carro, ser roubado, parcelar faculdade, ser roubado, se endividar, trabalhar, ser roubado!  Mal pode-se esperar!

Crescer as vezes é ser lançado diretamente do seu mundo musical de internet  e de “Mac McDonalds” pra uma sociedade totalmente desestruturada, com um saco cheio de responsabilidades ,cobrança e pressão! É ver família e amigos em situações intragáveis e não poder sacar uma espada de lazer e voar com uma capa pra matar tudo que está no caminho e fazer seus problemas se dissiparem. É ser cobrado de ser competitivo, de saber vender seu peixe pra se alavancar e conseguir o que quer.

É se tornar impotente, apático pra sobreviver, cansado, é envelhecer , é passar o resto de tempo livre que se tem durante a sua maturidade perseguindo momentos e situações que te remetam as velhas alegrias  da infância e a estabilidade que ela trazia… as vezes é por isso que ninguém resiste a um sítio, a um video-game e aos jogos de tabuleiro.

Se para todas as situações existe  “Mastercard” pra essa não , não fica melhor, não fica mais fácil, não fica mais leve…e a realidade do evangelho também não é muito revigorante, infelizmente ela  é nua e crua , e tem horas que acho até amarga , embora nos incentive a ter ” bom ânimo”.

A palavra “ânimo”, que vem do latim “animu”, que significa: espírito, vida, índole, valor, alento, coragem, intenção.

São boas coisas pra carregar na mala durante nosso crescimento né?

Então é o que resta:  “Tenho-vos dito isto, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” João 16:33

Usamos apenas 10% de nosso cérebro ?

12 nov

Quatro falácias e mitos sobre o funcionamento do cérebro humano.

O cérebro humano é um dos organismos mais complexos do universo e apesar dos esforços dos cientistas, a massa cinzenta que habita nossas cabeças ainda guarda muitos mistérios.

Nos parágrafos a seguir, especialistas ouvidos pela BBC tentam, porém, romper com alguns mitos e inverdades a respeito do cérebro humano e do seu funcionamento.

‘”Usamos apenas 10% de nosso cérebro'”

Foi na década de 1970, quando estava na escola, que ouvi dizer, pela primeira vez, que nós usamos apenas 10% dos nossos cérebros.’Que incrível’, pensei. ‘Talvez haja uma maneira de conseguir acessar aqueles 90% de capacidade cerebral não utilizada. E o que não poderia ser feito com toda a minha massa cinzenta em ação?’

A ideia é absurda. Hoje, avanços em técnicas de mapeamento da atividade cerebral podem provar isso.

‘(Exames) funcionais de imagem demonstraram que há poucas partes do cérebro que não podem ser ativadas por algo’, disse a professora Sophie Scott, do Institute of Cognitive Science do University College, London.

Mesmo fazendo algo simples, como fechando nossas mãos, usamos muito mais do que 10% do cérebro. Um exame funcional revela que vastas quantidades de células do cérebro entram em ação enquanto planejam e iniciam a contração dos músculos nos dedos e na palma.

“O cérebro tem um lado ‘lógico’ e um lado ‘criativo”

Anatomicamente, o cérebro está dividido em duas metades – o hemisfério esquerdo e o direito. Existe uma certa divisão de trabalho entre elas.

‘Existem grandes diferenças entre os lados esquerdo e direito do cérebro’, diz Scott.

‘Mas não é o que as pessoas querem dizer quando usam esses termos no discurso comum’.

Lendo livros de auto-ajuda e cursos de administração de empresas, você fica com uma noção de que os dois hemisférios são entidades separadas.

O esquerdo tende a ser mostrado como a morada da lógica e da racionalidade. O direito tende a ser descrito como a fonte da intuição e da criatividade. Portanto, se você é uma pessoa lógica, usa mais o lado esquerdo. Se você é do tipo sensível e artístico, usa mais o lado direito.

De acordo com o mito, todos nós seríamos mais bem sucedidos e realizados se aprendêssemos a explorar o potencial total de ambos os hemisférios.

Scott diz que há diferenças na forma como indivíduos lidam com problemas e refletem sobre o mundo, mas isso não tem nada a ver com as diferentes relações de poder entre os dois hemisférios de seu cérebro.

Algumas pessoas têm ótima capacidade de imaginação visual. Algumas têm boa imaginação auditiva. Existem muitas variações na forma como recebemos informações e as processamos.

‘Mas reduzir isso a cérebro esquerdo ‘lógico’ e cérebro direito ‘criativo’ não reflete o que vemos no funcionamento do cérebro. Além disso, isso sugere que você poderia estar usando um hemisfério mais do que o outro e não é assim que funciona’.

Os dois hemisférios se comunicam e trabalham juntos por meio de uma rede complexa de cabos fibrosos conhecida como o corpo caloso, ela explica. Eles são complementares e trabalham juntos.

Outra falácia absurda ….  ‘Lua cheia influi comportamento!!’

Segundo a crença popular, a lua cheia está associada à insanidade – daí viria a palavra lunático.Entretanto, quando psicólogos e estatísticos estudaram o assunto, não conseguiram a influência da Lua sobre o cérebro humano e o comportamento.

Ou seja, não existe evidência de que haja uma relação entre a ocorrência da lua cheia e acontecimentos como assaltos, prisões, suicídios, chamadas para números de emergência, internações psiquiátricas, envenenamentos e acidentes de automóvel.

Eric Chudler, responsável por vários estudos sobre o assunto, disse: ‘A maioria das informações – e houve muitos estudos – indica que não existe uma associação entre a fase da Lua e quaisquer desses comportamentos anormais’.

Muitos dos que acreditam no mito da lua cheia são policiais ou profissionais de saúde, profissionais que frequentemente presenciam acontecimentos perturbadores.

Chudler sugere que quando esses eventos traumáticos ocorrem, pessoas nessas profissões estão mais inclinadas a notar lua cheia brilhando no céu do que as mais modestas luas crescentes ou meias luas.

Como resultado, eles apenas fazem associações entre fase da Lua e incidentes anômalos quando a Lua está em sua fase mais óbvia e simbolicamente significativa.

E vamos a outra :  ‘”Ouvir Mozart torna você mais inteligente”

O compositor austríaco Wolfgang Amadeus Mozart é central a uma teoria que floresceu na década de 1990 e que levou muitos a acreditar que tocar peças do músico para crianças melhoraria o desenvolvimento de seus cérebros, tornando-as mais inteligentes.

Muitas vezes, mitos são criados com base em fatos reais. Este em particular teve origem em um estudo publicado pela revista científica Nature em 1993.A pesquisa descreveu um experimento no qual estudantes de uma universidade na Califórnia realizaram uma série de tarefas.

Os voluntários que ouviram uma peça de Mozart antes de fazer os testes se saíram um pouco melhor do que os que ouviram músicas para relaxamento ou não ouviram nada.

O efeito positivo da sonata de Mozart sobre o desempenho dos estudantes desapareceu após cerca de 15 minutos.

Dois anos mais tarde, a mídia havia transformado as observações do estudo em uma teoria segundo a qual tocar Mozart para crianças jovens melhorava sua inteligência.

Empresas começaram a vender CDs do gênio austríaco a famílias com crianças. Em 1998, nos Estados Unidos, o Estado da Geórgia distribuiu CDs de Mozart para mães com bebês recém-nascidos.

Alguns criaram teorias de que as estruturas musicais das composições de Mozart exerciam uma influência biológica sobre as conexões nervosas do cérebro.

Em estudos posteriores, a verdade acabou se mostrando bem mais prosaica:

Especialistas concluíram que qualquer música estimulante tocada antes de uma série de exercícios mentais torna você mais alerta e entusiasmado, então seu desempenho melhora.

Fonte: BBC Brasil – Todos os direitos reservados.

Das indagações da Clínica Médica….

21 jun

E o povo ainda se pergunta se existe ou não existe Deus……Pergunte aos hormônios da Tireoide que eles vão te falar….

O hipotálamo grande trabalhador,famoso em tudo que faz envia TRH pra Hipofise sinalizando as coisas e ela sentada com cara de o ó secreta TSH pra estimular a Tireóide pra produzir T3 e T4 pra fazer todo nosso corpo metabolizar tudo…  Mas eu pasmo porque quando está frio serve de estimulo pra secretar TSH também, olha que beleza… nada propício ân?? Tudo que se quer é porta e janela fechada com cama e edredon lá dentro… e sabendo disso a “casualidade”  levanta- se com esse trunfo de que a temperatura baixa nos estimula gerando produção e secreçao de T3 e T4 pra gente não morrer na inércia durante o inverno…Brilhante??? Não .. eu digo que é o acaso…. ou mesmo o evolucionismo talvez…

Quando estressados a gente estimula também a liberação do TSH porque nem temos mil coisas pra fazer e um metabolismo acelerado durante momentos de estresse nem é tudo que se pode pedir da vida naquele momento … Bom mesmo é ficar estressado e atarefado sem forças pra conseguir levantar um garfo não é mesmo?? Coincidência??? Não…. nem isso… fica tudo por conta do acaso e criacionismo é uma palavra que nunca nem ouvi falar… =)

A crise do 5º período!

20 maio

É difícil a escolha de se tornar um enfermeiro, você não é médico pra tomar suas decisões autonomas e tal  mas não é uma mágoa que se tem porque o seu objetivo é atuar no cuidado do paciente… e não na cura como na medicina… você vai promover a cura através do cuidado … a caminhada para que a cura acontecça você é que vai galgar junto ao paciente e pra isso é nescessário muito estudo,com muito afinco e que beire o enlouquecimento, muita responsabilidade, paixão e HUMANIDADE….

Mais nada… Não é preciso muita coisa pra tomar a decisão de ser un enfermeiro…. Então não tem muita preocupação com aquele pensamento que as vezes nos acometem (aos normais…aos arrogantes e pretenciosos não há pq perder tempo, correto?) de : Será que eu dou conta? E minha filha ou meu filho eu como pessoa que desmaia durante  cirurgia e escorrega na parede e bate com a cabeça no chão, posso te afirmar…. sim, você dá sim!!! Não é tudo da enfermagem que eu sinto um imenso prazer não.. tem áreas que me dão caláfrios e outras até tédio, mas que eu vou vencê-las uma hora… e que se você sabe quem você é e conhece a fraqueza do seu ser e das suas dificuldades, e que você, talvez não dê conta sosinho já é um grande passo para você se tornar um excelente profissional…. Porque no fim das contas o que  importa tanto não é  o quanto você estuda e é fera na teoria e deixa seus colegas de turma pra trás, ou o quanto você tem aptidão e destreza na prática enquanto todos os outros ficam receosos de errar e dando passinhos de tartaruga, o que importa não é o quanto o cabra sabe, nem o quanto o cabra faz…

O diferencial é quem ele vai ser no dia a dia depois que ele se formar …. se ele é desprezivel com os colegas de sala e com as pessoas que o rodeiam boa sorte se algum dia você parar na enfermaria de um desses enfermeiros….Porque  o tipo de pessoa que você é reflete no tipo de profissional que você é…não adianta, é verdade imutável e fato constatado. Então a todo mundo que se questiona se daria conta assim como eu o faço as vezes por axar pouco de mim, eu acredito (após esses momentos de crise e insegurança) que não há nada que eu não consiga fazer que a prática não possa me dar….

Assim como sempre foi comigo quando não sei fazer algo, e depois quando aprendo a fazer faço com tanto esforço que termino por fazer com maestria … e isso é pra todo mundo…

Se te falta é pratica não há porque arrancar os olhos…. mas se te falta a sensibilidade, humanidade de enxergar o próximo e se botar no lugar dele SEMPRE, além de você e seu show, sua glória,sua luz, seu saber maior do que o de todo mundo… Meu caro e minha cara, ai é que a coisa se complica. Porque ter  humanidade não é algo que você consiga conquistar assim com o tempo e com a prática .. mas ainda sim é possível. Eu vou tentando daqui… e você vai tentando dai..

Axo que muito disso é devido ao choque que a gente sente quando saca que a área da Saúde é tão complicada quanto qualquer outra, tem muito nego mentiroso, tem a galera que rouba do hospital, que se acaba de rir das situações mais desconfortáveis dos outros, tem a mulherada que invés de estudar decide dar para os médicos, tem gente, minha gente, que é ruim até mandar parar …

Enfim, tem muita coisa que você começa a perceber e se chocar… as falhas que todo mundo tem ficam evidentes sendo você o tipo de trabalhador que for , da área que for…. Não pense que a galera da saúde é mais amena e mais amável não porque não é gente, A gente pensa que por ser dessa área a pessoa teria a escolhido justamente por querer participar   do pior momento da vida das pessoas prar benefício das mesmas mas muitos escolhem sabe se lá porque ( essa era a pergunta que eu me fazia sobre as criaturas de uma antiga sala que frequentei).

Em toda profissão existem pessoas com vários tipos de defeitos e desvios de caráter e na da saúde vamos encontra-las também… Então cabe a cada um de nós trabalhar os nossos próprios pra  pelo amor de Deus, tentar tornar o mundo um lugar mais habitável profissionalmente também.

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