7 de setembro

7 set

Triste por entender que as coisas nunca não são o que a gente pensava ser. O amor do outro pela gente não foi tão grande assim. Nem o valor que a gente achava que tinha era realmente naquela quantidade, e que o objetivo de se querer pensar e tentar consertar as coisas talvez não exista. E que ciúme talvez tenha muita fundamentação teórica e prática. Ou talvez para a outra parte só não teve jeito porque não valeu a pena, e que tudo que eu senti, senti sozinha, e tudo que orei e ouvi foi sozinha, e que sou sonsa por ter tido um pouco de fé e esperança de que a maré alta tinha sido só mais um aprendizado, como os outros, para nos guiar e direcionar para o rumo certo quando a gente estava extraviando, como eu pedi que fosse. E que só eu que não consigo me regenerar tão rápido, tão pouco sei ser tão rápida no gatilho. Mas sabendo que mesmo nisso tudo Ele soberanamente permitiu, até o endurecimento do coração, mas sem nos eximir da nossa responsabilidade humana. Enfim, hoje estou triste, porque em outro 7 de setembro fui tão feliz, mas em tempo, vou continuando… e se me perguntar como vou, digo como sempre; vou sozinha! A frase mais usada do ano, minto, da vida. Mas não para sempre.

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