O sentido da vida

24 ago

Uhun, tá !

Desde os 13 ou 14 anos eu sempre senti muito conforto e alívio das minhas questões internas (além das escrituras) com C. S Lewis e Lutero. Não era com amigos meus, nem lideres e nem parentes, apesar da minha mãe incessantes vezes ter tentado e raros amigos se identificado.  Ninguém nunca me entendeu tão bem  e foram tão amigos meus quanto essas duas pessoas mortas a tanto tempo atrás. Em todas minhas crises de fé, toda falta de encaixe e todos arranca rabos denominacionais, toda dificuldade de entender o fluxo e a lógica e justiça de Deus e do porque as coisas para aquele que o segue de coração são tão mais difíceis, insuportáveis, e quase impraticáveis, eu aprendi vivendo e lendo que minhas crises existenciais, sempre tão diferentes  das demais pessoas ao meu redor que eu  julgava fúteis mas tanto invejava a leveza, eram absolutamente comuns a essas almas…

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