Destemida.

31 dez

“Gosto de quem entende o que eu digo. De quem escuta o que eu penso.Gosto dos meus. Dos meus cds. Dos meus livros. Da minha solidão. Do meu umbigo. De unhas cor de carmim. De homem que sabe ser homem. De noites em claro e dias escuros. Nem de chuva e nem de sol. Guardo as minhas rejeições em vidrinhos rotulados com o nome delas. Eu sou mole demais por dentro pra deixar todo mundo ver, eu deixo pra quem eu acho que pode comigo. Ninguém sabe, mas eu tenho um coração de moça.

“E quando janeiro vier, de tão azul, o céu parecerá pintado. E que seja doce!”

Caio Fernando Abreu

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