A morte da coitada.

1 maio

Estará Fernanda morta para a escrita? Não sei… saberei dentro de 2 minutos no mínimo.

Haja amigos e família com ouvidos pacientes especializados a dizer a coisa correta ou serem açoitados pela minha língua agora ou conseguirem meu silêncio discordante.

Mas o vento gelado me permite analisar e  dizer que hoje ,pelo menos hoje, depois de muito tempo me encontro esperançosamente animada.

Cedi aos fatos e acontecimentos aleatórios que acontecem na vida da gente, colocando eles como caminhada e aprendizado mesmo… pra algo maior.. pra gente ser oque  a gente quer ser, quem a gente quer ser, aprender o que precisamos aprender ,aquela  angustia de nunca ter a coragem de falar na hora com toda e qualquer pessoa o que precisa ser falado e na hora que precisa ser falado um dia vão te levar a um ponto na sua vida em que você vai conseguir falar. Usar do seu livre arbítrio sempre que precisar, com as palavras certas, sem meios termos e  meias palavras, sem : tanto faz, você quem sabe, pode ser.

No início talvez mais atrevidamente e sem muito escrúpulo e educação por ter explodido e se cansado de ser bobinha, mas com o tempo com equilíbrio e clareza, como se já tivesse nascido daquele jeito.

Não quero, não gosto, não acredito, não vou fazer, não vou , não amo , não consigo , não é justo. Eu quero, eu vou, eu amo … e assim seguindo sem abaixar a cabeça quando não se deve mas, continuar a  abaixar quando eu erro ou quando não sei.

Tem casos de gente que é pisado e tratado sem respeito desde pequenos e que crescem com aquilo, sempre se deixando ser o bichinho de goiaba em todos os relacionamentos que tem pela frente, mas por dentro viram um monstro de ira que nunca deixam transparecer…. e eu acho que é esse o caminho que trilha todo mundo que não consegue abstrair.

Por outro lado tem os que abstraem com muito auto conhecimento ,falando sobre com terceiros ,recorrendo aos recursos espirituais que temos no cristianismo e decidindo ter posturas para ajudar a si mesmo e mudar.

Talvez exista mais do que esse dois caminhos, o da humildade e nobreza mascarada com ódio e o do trabalho árduo para a mudança  mas até hoje não os vi.

A meta então é parar de tentar solucionar problemas dos outros ou meus que nem se quer  ainda existem e trabalhar em mim nos que eu realmente tenho.

Para assim surgir um ser semi-novo , morre-se a coitada e nasce uma  alguém equilibrada, serena, cordata mas com força e determinação  e opinião respeitadas .Submissão quando necessário, quando não, respeito.

Não é que vou virar aqueles negos chatos que sempre tem uma enorme e fortíssima opinião sobre tudo, ou estão sempre discordando de todo mundo pra se mostrar. E não é para beneficio próprio , mas é por ser o justo, justo é :pensar e falar e não só pensar e manter pra si mesmo quando nos perguntam ou nos mandam, tá me entendendo?

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2 Respostas to “A morte da coitada.”

  1. flavinha maio 17, 2011 às 2:31 am #

    e não é que a menina é blogueira mesmooo! perdi minha noite de estudos lendo você aqui… adorei! (blog pode deixar recadinhos desse jeito? se nao, apaga tá)

    • uhun maio 23, 2011 às 4:39 am #

      Clarooooooooo que pode flavinha….. Seja muito mas muito bem vinda,minha única leitora… Depois te levo um mimo por ser minha leitora pra te manter por aqui hahahaha.. bju bju

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